segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Biografias dos Profetas - Reino Unido - Natã

Olá!


Natã significa "Ele deu" ou "presente de Deus". É uma variante de Natan, do hebraico (transliterado - com nossas letras) Nathan, que significa "presente", "dádiva" ou "dom".

Foi um profeta contemporâneo do rei Davi. Há outros personagens no Antigo Testamento com o mesmo nome!

Não temos certeza se o Natã citado em 1 Reis 4.5 seria o Profeta Natã. Mas é muito provável, e assim ele seria pai de Azarias e Zabude, dois homens muito importantes na corte de Salomão.

Não temos muitos detalhes a respeito dele diretamente, mas sabemos sobre sua atuação em pelo menos 3 eventos muito importantes:

- A construção do Templo, uma vez que foi Natã que teve a responsabilidade de dizer para Davi que a construção ficaria para seu filho (Natã em princípio concorda, mas o Senhor revela em seguida que é para esperar (2 Samuel 7.1-17);

- O pecado de adultério de Davi com Betsabá e o assassinato de Urias, seu marido (2 Samuel 12.1-15), já que foi o Natã quem, usado por Deus, confrontou o rei Davi em relação ao seu duplo pecado, que o rei tentava "esconder";

- A coroação de Salomão, pois Natã acerta as coisas diante da tentativa de "tomada do trono" de Adonias (1 Reis 1).

O livro de 2 Crônicas dá pistas da participação de Natã (junto com Gade) no desenvolvimento da música no Templo (2 Crônicas 29.25), além de ter escrito a história do reinado de Davi (1 Crônicas 29.29) e, também, alguma parte da história do reinado de Salomão (2 Crônicas 9.29).

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Não dê chance ao pessimismo

Graça, Paz e Alegria!


Publicado originalmente no Blog de Devocionais 2020 do Compartilhando Na Web!


Vale a pena ler de novo


Mensagem enviada em 14/06/2007


Ilustração


Era uma vez uma corrida de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande torre, e atrás havia uma grande quantidade de sapinhos, muitos mesmo, para vibrar com eles. Começou a competição. Os que estavam apenas assistindo a competição diziam aos berros: - Não vão conseguir, não vão conseguir!


Os sapinhos, abatidos com a gritaria, iam desistindo um por um. Os que estavam assistindo continuavam a gritar: - Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir! E os sapinhos iam desistindo um por um, menos um que subia tranquilo.


Ao final da competição, todos desistiram menos aquele. Todos estavam intrigados com um único sapinho que parecia ter muita garra e força. E com muita determinação ele venceu a corrida. Todos queriam saber como se deu aquela vitória, o que tinha acontecido e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, ficaram sabendo que ELE ERA SURDO.


Moral da estória: Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem, não se deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir. Devemos escutar somente nosso coração e seguir em direção a vitória.


Caco Borba

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Jesus e as 70 semanas de Daniel

Olá!


Leia Mateus 24.15-28

Jesus retoma a visão dada ao Profeta Daniel no início dessa fala. A última semana profética de Daniel! Quem acompanha mais de perto o livro de Daniel já ouviu muito a respeito desse tema. Em linguagem apocalíptica temos muitos estudos a respeito desse tema. Para ler o tema no livro do profeta, recomendamos os capítulos de 9 até 12!

Dessa forma, antes de comentar especificamente sobre o texto de Mateus, vamos fazer um "resumo" sobre as 70 semanas de Daniel:

Essa profecia foi cumprida, entendemos, até a 69ª semana, quando o véu no templo é rasgado de cima para baixo (se fosse ao contrário, diriam que alguém pegou e rasgou; mas entendemos que é de cima para baixo porque o Senhor mesmo fez isso! - Mateus 27.50-51) e Jesus morre. Este é o tempo que "encera" os dois primeiros períodos dessa profecia - 7 semanas e mais 62 semanas.

A representação profética aqui está em "semanas" - refere-se a "semanas de anos", o que nos leva a entender que cada "semana" é um período de 7 anos. Esse entendimento é parte do estudo dos números e seus significados quando estudamos espiritualmente a linguagem apocalíptica.

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Resumo dos livros da Bíblia - Josué (12)

Olá!


Josué aponta de certa forma para o Novo Testamento em mais momentos. Além do caso de Raabe, podemos citar o cumprimento do ritual ordenado por Deus: aqueles que nasceram no deserto deveriam ser circuncidados. Os que saíram "adultos" do Egito haviam morrido e "as crianças e/ou os que nasceram depois que de lá saíram, não forma circuncidados! Ao fazer a circuncisão antes de entrar na Terra Prometida, Deus removeu deles "o opróbrio do Egito” (v. 9).Aquele ato físico apontava para algo espiritual, pois a realização da vontade do Senhor, de algo que fora ordenado, mostrando obediência, permitia mais um ajuste do povo para com o Senhor! A "ponte" com o Novo testamento aqui é encontrada em Colossenses 2.10-12!

Mais uma "Ponte" - Deus estabeleceu as cidades de refúgio, onde aqueles que acidentalmente mataram alguém poderiam viver sem medo. Cristo é Aquele para quem corremos em busca de refúgio, lançando mão da esperança proposta (leia Hebreus 6.18).

O livro de Josué aponta para obediência, batalha e descanso. Os israelitas, depois de vagarem pelo deserto por 40 anos, deviam ter aprendido a obedecer ao Senhor e confiar em cada batalha no cuidado do Senhor. E, finalmente, entraram no descanso da Terra Prometida que Deus tinha preparado para que eles formassem a Nação Livre e com suas fronteiras. Aqui podemos notar mais uma "ponte" com o Novo Testamento, quando lemos no capítulo 3 de Hebreus a analogia do autor fazendo uma advertência para não deixarmos que falta de fé e confiança nos impeçam de entrar no repouso de Deus em Cristo.

Terminamos na próxima semana, com o esboço de Josué, permitindo o Senhor!

terça-feira, 1 de setembro de 2020

O alce e os lobos


Olá!


Fábula de La Fontaine

A água do lago estava tão limpa que parecia um espelho.

Todos os animais que foram beber água viram suas imagens refletidas no lago.

O urso e seu filhote pararam admirados e foram embora.

O alce continuou admirando a sua imagem:

- Mas que bela cabeça eu tenho.

De repente, observando as próprias pernas, ficou desapontado e disse:

- Nunca tinha reparado, nas minhas pernas. Como são feias! Elas estragam toda a minha beleza!

Enquanto examinava sua imagem refletida no lago, o alce não percebera a aproximação de um bando de lobos que afugentara todos os seus companheiros.

Quando finalmente se deu conta do perigo, o alce correu assustado para o mato. Mas, enquanto corria, seus chifres se embaraçavam nos galhos, deixando-o quase ao alcance dos lobos.

Por fim, o alce conseguiu escapar dos perseguidores, graças as suas pernas, finas e ligeiras.

Ao perceber que já estava a salvo, o alce exclamou aliviado:

- Que susto! Os meus chifres são lindos, mas quase me fizeram morrer! Ah, se não fossem as minhas pernas!

"Não devemos valorizar só o que é bonito, sem valorizar o que é útil."