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terça-feira, 4 de março de 2014

Copa e Carnaval...

Olá!

Eu pensei que era uma comparação isolada...

Mas depois que li... li de novo... de novo... e de novo... escrito por pessoas diferentes...

E ainda ouvi... e ouvi... e ouvi... de pessoas diferentes...

A moda é comparar o gasto da Copa com o gasto do Carnaval...

Vamos lá:

Eu concordo que os gastos com Carnaval precisam ser revistos e faz muito tempo! Acontece que ouvir e ler de pessoas diferentes a mesma comparação é, no mínimo, estranho. Ou apenas um pensa e todos repetem, ou a questão não é nem pensar... é desviar o foco com o que tiver pela frente!

Espero que quem hoje critica os gastos do Carnaval tentando tirar o foco dos gastos com a Copa não deixe de fazer isso no próximo ano... Porque o assunto é sério mesmo e não merece ser usado apenas para desviar do tema "gastos com a Copa"...

Agora... sobre a Copa... Cidades não terão hotéis e vagas suficientes, pelo menos, não as acordadas quando da definição do Brasil como Sede... Há obras em aeroportos que já estão assumidamente definidas que serão entregues apenas para depois da Copa... As obras de mobilidade não andaram tanto quando poderiam e não deixarão melhorias para depois... E nem mesmo os estádios poderão ser testados adequadamente... nem a estrutura, alguma falha ou falta, ajuste... tecnologia para a devida transmissão e informação... Espero que não tenhamos uma queda de energia ou falhas na internet, quanto menos espero outros problemas na estrutura não testada adequadamente...

E alguns querem falar dos gastos com o Carnaval... Façam isso agora e continuem! Não usem isso apenas para tentar "desviar o foco" do ABSURDO que vem sendo essa história do Brasil sediar a Copa... Espero que não tenhamos mais problemas...

Porque nem preparados para receber turistas estamos... O cara fala de "chutar o traseiro" e pensamos na nossa cultura, imaginando que ele queria nos tirar da história... Mas ele já explicou que o que ele disse na língua que ele disse, e a ideia na nossa cultura era "dar um empurrão" e não "tirar a Copa daqui"... Entendo que ele deveria saber que aqui temos outra interpretação, mas a partir do momento que foi mal interpretado e ele já respondeu, o assunto devia ter acabado, até porque ele mesmo parou de usar essa expressão... mas aqui ainda tem gente que tenta fazer o povo pensar que ele disse o que interpretamos e não o que ele realmente disse... Preparar-se para receber é estar preparado para ouvir expressões que nos soem diferentes e explicar que entendemos de forma diferente aqui... e relevar depois da explicação ou "brigar" caso a interpretação esteja certa mesmo...

Forte abraço!

terça-feira, 16 de julho de 2013

Opinião: não precisa da mesma herança para ser igual...

Olá!

Fico feliz com a tolerância e o respeito de quem mesmo não concordando, abre a possibilidade do outro ter sua opinião e viver o que pensa...

Agora... Não se engane: o preconceito religioso não é apenas por parte dos religiosos... há muito preconceito religioso contra os religiosos... Dizem que esses querem impor alguma coisa, mas seus comentários revelam que gostariam de impor aos religiosos o "ficar em seus muros", deixando a sociedade livre, como se os religiosos não fizessem parte da sociedade... Muitos querem que se aceite o seu pensamento, mas não aceitam de forma alguma a liberdade do pensamento religioso... ou não?

Não entendo como "opinião" quando se diz que a ideia de alguém é ruim por seguir "padrões evangélicos" ou "da Bíblia". Um ateu poderá ter a mesma ideia, mesmo sem ser "evangélico" ou "seguir a Bíblia"! Logo, a opinião de uma pessoa não pode ser questionada por sua "opção", qualquer que seja, desde religiosa, até a mais insignificante de todas (a do time de futebol, por exemplo). Defender que aquele pensamento é errado por ser parecido com o "evangélico" ou com "a Bíblia", é preconceito! Não se denigre o pensamento teológico da pessoa por conta da teologia, mas se questiona o pensamento em si mesmo, independente da teologia que tenha, pois a teologia interessa apenas aos religiosos, mas o pensamento humano pode interessar a todos, com qualquer "origem", mesmo que teológica! Sob pena de ser preconceituoso mesmo, ainda que não se assuma assim... E cito "evangélico" ou "da Bíblia", "comparando" com "ateu", por ser eu uma pessoa de fé e já ter conversado com ateus que pensam igual a mim em alguns assuntos, mesmo não seguindo a Bíblia! Esse é o meu "testemunho", um exemplo que tenho comigo... Agora, você pode "comparar" com o que quiser, claro... em qualquer aspecto, não aceitar uma ideia por ser parecida com a de determinado grupo, é preconceito, contra quem quer que seja...

Assim, não classifique uma ideia como errada por ela parecer pertencer a um grupo em especial... Um grupo que pode ser muito diferente pode ter pessoas que pensam igual... Converse sobre as ideias e não questionando o "grupo" que a pessoa pertence...

Mas cada um tem sua opinião! Eu defender o que penso não é, necessariamente, querer fazer o outro pensar como eu! Para que eu possa abrir ao outro a possibilidade de pensar diferente, é porque eu tenho uma outra visão... ou não?!?! O fato de eu apresentar o que penso, defender a minha opinião, não quer dizer que quero que o outro pense como eu... Quer dizer que eu tenho o meu pensamento... Estranho seria eu defender um pensamento adverso ao que se apresenta como meu "testemunho" de vida... Ou, em vez de apresentar o meu pensamento, ficar apenas criticando o do outro... Essa crítica pode até acontecer, sem desprezar ou desrespeitar o outro, que tem o direito de pensar diferente, concordemos, gostemos ou não... a conversa deve ser sobre os pensamentos, não sobre as pessoas ou o grupo que elas fazem parte, quaisquer que sejam esses...

É claro que na sociedade se faz necessário ter regras, leis e afins... E que cada um defenderá a posição com base no que pensa. O que não quer dizer que se quer impor pensamento a ninguém, pois se assim o é, quando se defende qualquer pensamento diferente também quer se impor... O fato é que uma regra acaba atingindo quem concorda e quem não concorda... como um político eleito é votado por quem gostou de sua plataforma (assim espero), mas ele é eleito para "representar" até mesmo aqueles que não votaram nele... Não é imposição... é a decisão por uma possibilidade... Ou não?

Pensando... SE:

1) a imprensa apresenta notícia que mostra que um evangélico não vive de acordo com os padrões da Fé que ele diz ter, não importa nem se tem confirmação ou não... ele é hipócrita por dizer uma coisa e viver outra...

2) o evangélico que vive o que acredita e diz ao mundo no que ele acredita, é porque ele quer impor aos demais a sua vontade...

Não seria, fazendo analogia com o primeiro ponto destacado, estranho caso um evangélico se manifestasse, por exemplo, a favor do aborto? E conheço quem faria isso, se tivesse oportunidade... E quando perdeu na argumentação comigo, disse que meu exemplo não era adequado, por envolver pessoas da família, trazendo "sentimento", "emoção" para a conversa... Mas podia envolver qualquer pessoa! Apenas tínhamos um nascimento que tinha acontecido na família poucos dias antes e, como qualquer nascimento ou acompanhamento "pré-natal", servia como exemplo... Ou a favor da legalização de drogas? Ou qualquer desses temas "polêmicos"? Se a sociedade espera num momento que o evangélico tenha vida coerente com a Fé, deve pensar o mesmo no segundo ponto, sobre "opiniões"... Ou não? Só serve essa "analogia" se interessa?!?!

Sabe... o que se esperar de um evangélico sério, já é sabido... e vou além: o que se esperar de um cristão, evangélico ou não, sério, já é sabido... podemos ir além nesses exemplos, ampliando para fora do cristianismo, mas como faço parte desse grupo, fico apenas com esse exemplo... mas não posso "fechar os olhos" para a realidade de experiências de fé diferentes que são comprometidas com sua forma de ver e que há pessoas que vivem coerentemente com essa forma de fé e dessas sabemos o que esperar... Não se deve criticar a posição desse, sendo algo que goste ou não a sociedade... O problema é o que esperar de um que não seja "sério"...

E a sociedade inclui TODOS, religiosos e sem religião... Essa é a Beleza do Estado Laico... Não é para não ter religião oficial, mas para deixar o cidadão livre para ter ou não uma religião, e se tiver, ser livre para ter a que ele quiser... E todos apresentam seus argumentos sobre seus pontos de vista... E não importa se o "pensamento vitorioso" se assemelha mais com o pensamento religioso ou não... A "maioria" vence, com ou sem religiosidade... E mesmo que não seja a "maioria" a vencedora, por não se fazer consultas populares sempre, ao menos a "maioria mais barulhenta" acaba sendo ouvida mais... normalmente... Ou... que sempre se faça consultas populares em qualquer assunto polêmico, para não ficar parecendo que foi aprovado ou não por vontade de uns de acordo com suas visões, quaisquer que sejam...

E lembre-se: o cristianismo tem como parte integrante da sua conduta de Fé anunciar ao mundo a Mensagem que crê. Logo, a liberdade religiosa que o Estado Laico e a Constituição garantem, devem permitir sim ao cristão expressar seu pensamento religioso aos demais, anunciando. Isso não é imposição, apenas anúncio. Mesmo que assuntos sejam encaminhados pela sociedade com "visão" parecida com a dos cristãos, isso só quer dizer que os que votaram por aquele assunto, com religião ou não, concordaram com a posição, não por questões religiosas simplesmente, mas por pensamento social também! E dizer que o "cristão" deve "ficar na igreja com sua fé" é tirar tanto a liberdade de expressão, como a liberdade religiosa, pois, como escrevi, é parte integrante da Fé cristã esse anúncio e essa liberdade deve ser assegurada até por quem não concorda, pois se um dia tiram dos "cristãos" essa liberdade, em outro dia podem tirar de qualquer outro liberdade semelhante ou equivalente... Essa é uma verdade que poucos entendem... que se de um é tirado algo, de outro também pode ser tirado em outro momento...

Forte abraço!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Mais médicos... e o que mais?

Olá!

Estou aqui pensando...

Quando se fazia perguntas ao Ministro dos Esportes sobre:

Mobilidade Urbana... Legado da Copa... Rede Hoteleira... Transporte Coletivo... Aeroportos... entre outras...

Ele só falava que iríamos ter os Estádios para a Copa... Como se a Copa fosse só Estádio... Tinha mais coisas que ainda não foram cuidadas, algumas em andamento, outras com "promessa" apenas para terminar depois (?) da Copa e acho que outras não terão a atenção... pois se tiver... lá vai mais dinheiro...

Agora, sobre Saúde, a "nota única" é: mais médicos...

Eu já escrevi no Facebook (http://www.facebook.com/cacoborba) e vou repetir aqui: Se trazer médicos de qualquer lugar vai resolver o problema da Saúde no Brasil, que eles venham! Precisamos!!!

Mas...

Será que os Políticos (Prefeitos, Governadores, Presidente) vão cumprir com acordos com os médicos? Pois muitos "prometem" muitos incentivos e não cumprem com o correr dos dias... O povo quer o médico e esquece de cobrar que os políticos cumpram os acordos com os médicos, para que eles possam trabalhar de fato...

Será que teremos mais espaços de Saúde, Hospitais, Pronto Atendimentos, UBS, AMES e sei lá que nome mais se dá em cada Estado? Ou, pelo menos, a melhor utilização, com médicos, equipamentos e afins, do que já tem e mais, pois a "fila não anda", não só para consultas, mas para tudo?

Será que teremos lugar para fazer mais rapidamente os exames, pois para esses também há fila e falta de atendimento? Melhor utilização e devido ajuste de equipamentos e afins do que já tem e ter mais, pois precisa de mais...

Será que teremos leitos para internação e atendimento? Ou "mais médicos" resolve os "internados no corredor" ou os que nem são internados?

Será que teremos material para esse atendimento?

Ou os médicos, do exterior ou não, devem trazer tudo isso na maleta deles?

Essa história parece, para mim, uma forma de colocar a população para falar, se dividir entre os "a favor" e os "contra", sem discutir mais amplamente o assunto... e para defender que se queria ter mais médicos e, caso não dê certo, vão dizer que a Presidente queria... Mas e o resto, Presidente? Posso até chamar de "Presidenta"... sem crise... Mas é preciso atender a Saúde no todo e não apenas "na falta de médico"... O médico atende e interna onde? Faz exame onde e quando? O material para o devido atendimento vem de onde?

Tem mais coisas... Pode ser necessário ter mais médicos, eu não vou dizer que não... Mas mesmo que precise de mais médicos, tem mais coisas que precisa... Só ter mais médicos é uma parte... apenas uma parte... Se é que realmente faltam médicos...

Como aprovar royalties do Pré-Sal para alguma coisa também parece forma de colocar o povo para falar, se dividir entre os "a favor" e os "contra", sem discutir mais amplamente o assunto... O petróleo não saiu todo de lá ainda... e mesmo que haja expectativa de conseguir muita coisa, não se sabe se será realmente confirmado isso... As empresas "X" com problemas nessa área do momento podem nos dizer sobre essa expectativa frustrada de retirada de petróleo... É contar com o ovo antes da galinha botar e achar ainda que vem com gemas múltiplas (mais que dupla)... Nem mesmo quando a galinha se vira para botar, a "pontinha" do ovo já aparece, podemos contar com esse ovo... ele pode quebrar antes de ser alimento... O petróleo pode estar lá... mas não ter como tirar tudo... e aí... As Empresas "X" podem mostrar isso, pelo menos na parte que se dedica ao petróleo... Se destina algo que nem veio, apenas para parecer que fez algo, pode ser ruim... Claro que se vier bastante, terá muita coisa... Mas... Eu não acho certo "apostar" com a Educação... não acho mesmo... Era melhor ter algo "na mão" do que esperar o que vem... Mas... sei que há mil e uma explicações, já li tantas coisas... escrevo aqui como eu vejo...



Forte abraço!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Os eventos mostram mais do que muitas vezes queremos...

Olá!

Eu realmente não entendo como as pessoas podem reclamar tanto da manipulação da Globo, por exemplo, sendo que as próprias pessoas tentam manipular outros através de seus posts e comentários nas Redes Sociais... Não sei se fazem de propóstio ou se nem estão notando o que fazem... pode existir gente "dos dois lados" e quem sabe quais outros que nem noto nessa observação...

Sabe... eu gosto de conhecer a história, a sequência de fatos e eventos... Não a interpretação posterior que se faz, mas os eventos mesmo. É claro que nem sempre isso é possível, principalmente sobre assuntos "mais antigos", pois quem escreve, muitas vezes mais comenta do que conta...

E como já fui alvo de acusações de coisas que não cometi, gosto de conhecer as versões antes... Já fui cobrado pelo que não fiz... Perdi por algo que não fiz, mas parecia a mesma coisa que outros fizeram... Acredito que há pessoas que até hoje pensam bobagem de mim por coisas que outros falaram, mesmo que não tenha sido feito por mim... Aprendi a avaliar as coisas, os pontos de vista, por sentir na pele o conceito pré concebido... Meus erros, deles tento fugir, os reconheço (com ou sem explicações, serão erros) e luto para acertar... Mas o que não fiz... não posso mudar...

Eu queria muito entender toda a crise dos vários comentários: "não é apenas pelos vinte centavos"...

É claro que o descontentamento do povo Brasileiro não é por causa de R$ 0,20... os tão falados "vinte centavos"...

Acontece que negar que as manifestações foram para as ruas inicialmente exatamente por conta disso é negar a origem do evento!

O Movimento Passe Livre começou a organizar as pessoas para a seguinte palavra de ordem: "Se a tarifa não baixar, São Paulo vai parar".

Depois daquela quinta-feira, 13 de junho de 2013, em que a imprensa resolveu mostrar que a polícia estava exagerando contra manifestantes, porque ela própria, imprensa, foi alvo desse exagero, é que o descontentamento com as demais coisas "ganhou as ruas" (especificamente na segunda-feira, dia 17 de junho de 2013).

O descontentamento da população pelos demais assuntos já existia, mas ainda não tinha "ganhado as ruas" com faixas e palavras de ordem! Apenas o que lutava o Movimento Passe Livre era ainda questionado até aquela segunda-feira 17... Foi depois da quinta 13 que o descontentamento já existente com os demais assuntos, ganhou força nas redes sociais na busca por manifestações (pois as reclamações sempre existiram) e as ruas... Não foi antes...

Se foi antes, que apareçam as faixas e as palavras de ordem ditas sobre os outros assuntos até mesmo naquela quinta 13! Eu só vi as outras coisas a partir daquele evento... Esse é o dado histórico... O descontentamento e a reclamação já existiam por conta de outros assuntos, mas não tinham ido para as ruas...

Até a quinta 13, o Movimento Passe Livre aceitava a participação de militantes políticos, com faixas, camisas e bandeiras! A partir da segunda 17 é que isso não foi aceito mais...

E como eu tenho o hábito de ler tudo o que posso sobre um assunto, li muita coisa em blogs das pessoas que faziam parte das Manifestações até aquela quinta 13. A partir das Manifestações de segunda 17, mesmo ainda antes da redução da tarifa, muitos escreviam que não entendiam os mais variados pedidos, não entendiam a necessidade de ausência de partidos políticos, e em um blog especificamente, li que a pessoa se afastou daquele grupo que foi para a Marginal Pinheiros na segunda 17 porque os manifestantes começaram a cantar o "hino nacional" e que fazer isso (cantar o hino nacional) é coisa de fascista...

Logo, reclamar de qualquer pessoa que viu que até a quinta 13 os manifestos eram com base nas solicitações do Movimento Passe Livre e, especificamente (não unicamente, mas especificamente) a redução imediata da tarifa, para depois começar a negociar outros pontos, é reclamar dos eventos históricos e tentar manipular o que aconteceu até aquele dia! O descontentamento era com todos os assuntos apresentados depois (e com outros tantos mais), mas que só "foram para as ruas" na segunda 17. Antes, era apenas e tão somente o que lutava o Movimento Passe Livre nas ruas.

Logo, a posição histórica é essa:

1) descontentamento com todas as coisas que surgiram a partir da segunda 17 desde muito tempo (para parafrasear algo tanto dito: nunca na história deste país o povo esteve contente com os serviços que no momento se reclama melhoria), mas isso não tinha ido para as ruas ainda;

2) Movimento Passe Livre organiza manifestações para baixar a tarifa nos "vinte centavos" para, a partir dessa redução, começar a negociar uma pauta que ia além disso, mas que passava muito pela questão da Mobilidade Urbana e Tarifas cobradas. Assim: primeiro os "vinte centavos", para depois negociar até o "Passe Livre", entre outras coisas do Movimento;

3) dia 13 de junho de 2013 acontecem os confrontos com a polícia que, ainda que quisesse agir apenas contra manifestantes que estavam exagerando, esses ainda estavam no meio da multidão e, se para esses a ação da polícia naquele momento já seria desproporcional, quanto mais atingindo os que não estavam exagerando e a própria imprensa;

4) dia 17 de junho de 2013 o descontentamento original (que não tinha ido pra rua) foi para a rua, causando até mesmo entre os integrantes do Movimento Passe Livre e "simpatizantes" a sensação de que algo estava diferente do que era a realidade até aquele momento. Isso eu li em blogs de quem foi para as ruas, conforme citei acima...

Não tente manipular os eventos. Hoje é muito mais que os "vinte centavos". Desde o começo era, mesmo apenas com as manifestações do Movimento Passe Livre, mas esse era o ponto que precisava de uma resposta imediata para as manifestações pararem e começarem as negociações sobre as outras coisas. E depois da ação absurda da polícia na quinta 13 é que o descontentamento com todo o resto, que já existia desde o começo e até muito antes dos "vinte centavos", ganhou definitivamente as ruas.

Dessa forma, qualquer um que disser que o problema era os "vinte centavos" antes da quinta 13 não estará de todo errado, pois esse era o "ponto de partida" do Movimento Passe Livre para, com a redução da tarifa nos "vinte centavos", começar a negociar as demais coisas da sua pauta, pois desde esse princípio já havia muito mais, o que faz ser necessário deixar claro isso desde o começo, pois eu vi isso desde o início das manifestações. Esse era o ponto de partida: reduzir a tarifa para, depois, negociar os demais pontos daquela pauta original. Mas depois da quinta 13, o descontentamento geral foi mais que reclamação nas Redes Sociais e só ganhou as ruas para pedir por mais coisas que as da pauta do Movimento Passe Livre na segunda 17. E até manifestantes ligados ou "simpatizantes" do Movimento Passe Livre já notaram que algo estava diferente da "pauta original".

Assim, o descontentamento se uniu ao movimento original nas ruas, mas não nos pedidos, pois havia muito mais a se pedir. E desse momento em diante, partidos polícos começam a não ser bem recebidos para participarem desses eventos, o que acontecia até a quinta 13, mostrando que houve mesmo uma mudança depois da quinta 13...

O resto, é confusão do descontentamento pessoal que não ia para a rua e a tentativa de dizer que ele tinha ido desde o começo, mas não foi...

Forte abraço!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O povo, dividido, jamais será uma sociedade de fato...

Olá!

Sabe... uma coisa é fazer manifestação, outra é fazer o que fizeram na Paulista em 06/06/2013...

E sempre colocar a culpa na polícia, parece que é fácil e virou moda...

A última vez que fui ao Estádio de Futebol, eu estava esperando o portão ser aberto para entrar. A polícia fazia a "escolta" da "fila", para evitar tumultos. Mas é claro que houve algum tipo de tumulto... e a polícia montada ficou na minha frente! Olhei bem no olho do cavalo que o policial montava... E não aconteceu nada comigo... Por que? Simples: eu apenas estava no meio do povo, não estava fazendo absolutamente nada que pudesse chamar a atenção da polícia para mim... e eu entrei no estádio e vi meu Timão perder no Pacaembu para o Vasco da Gama por 4 x 2, o Edmundo passar na frente de onde eu estava fazendo sinal de silêncio (porque o Vasco abriu 2 x 0 e o Timão empatou... logo, a torcida estava animada, mas o Vasco fez outros dois gols)...

Sinceramente, não gosto "da farda". Realmente há aqueles que exageram por conta dela... Mas não são todos e nem em todas as situações!

Os manifestantes que foram para as ruas de São Paulo e fizeram tantas coisas na Paulista erraram, e erraram feio! Mesmo que a polícia tenha exagerado com eles (o que, pelo que vi até agora, não é o caso), as estações do Metrô, bancas de jornais, demais pessoas que queriam passar por lá e não podiam, carro em exposição no Pátio Paulista, entre tantas coisas, não podem passar pelo que passaram. Ao começar a destruir as coisas, a manifestação deixa de ser de pessoas "de bem" e passa a ser uma manifestação de "vândalos" (pelo menos, por conta dos que se envolvem nessas coisas). E isso não é coisa de cidadão de bem...

Ainda que a polícia tivesse exagerado, não é dessa forma que se protesta!

Alguns querem "passe livre" e argumentam que o transporte é público e por isso deve ter "passe livre"... Mas o "público" nesse caso não se refere ao "governo", mas ao fato de transportar pessoas. É como a palavra "manga" que pode ter mais de uma interpretação e significado, dependendo do contexto... Ou querem que descontos de impostos sejam repassados, sendo que as notícias já dão conta desse repasse e que se não tivesse sido levado isso em consideração para o aumento, ele ainda seria maior, por conta da inflação do período entre um aumento e outro... Basta pesquisar sobre o assunto antes de falar o que pensa...

Já que EDUCAÇÃO anda tão ruim em nosso país e alguns não sabem (ou não querem) fazer uma simples "interpretação de texto", acredito que a manifestação não deve ser contra o aumento das passagens, mas contra a ineficiência do Governo de dar EDUCAÇÃO de qualidade... Educação de verdade e não apenas de números para fazer parte de posições melhores em listas de observações de todos os países...

Quem sabe se a CORRUPÇÃO fosse de fato vencida (não acredito que totalmente, mas não pode seguir da forma como está, parecendo que já algo institucional e muitos pensam em ser eleitos apenas para comer um pedaço desse "bolo"... pelo menos, falam isso em rodas íntimas)...

Ou ainda se a REFORMA TRIBUTÁRIA fosse feita, como disse em debate em 2002, antes da primeira eleição o sr. Lula... Ele, como fazia Maluf, disse ter um compromisso assinado em cartório para, caso fosse eleito, encaminhar a reforma tributária no primeiro ano de mandato... é só pesquisar no Youtube que você acha esse vídeo... eu lembro por ter assistido, mas poucos devem lembrar... Mas não foi feita a tal reforma e ainda se usa "descontos" e "reduções" de impostos para fazer parecer que há "bondade política" do governo... para ganhar mais alguns votos... de quem não avalia o todo...

Vamos lutar por direitos que são de todos! A sociedade está dividida, lutando por direitos de grupos que fazem parte da mesma sociedade e muitas vezes o preço desses direitos de uns é que outros perdem os mesmos direitos... Isso está errado! Estamos sendo divididos em grupos que lutam por seus direitos, e estamos sendo dominados por um governo que se aproveita disso para fazer a discussão desses direitos dos grupos e não age de forma efetiva no direito de todos!

Hoje não uso a saúde pública... mas não quero ter que usar amanhã e ela estar como está hoje ou até pior, porque se luta por direitos de grupos em vez de se lutar por direitos de todos... Quero ver a Educação Pública rivalizando ou até melhor (como é no caso de Universidades) com a Particular... Não me nego a pagar impostos... mas é preciso que seja cobrado o justo e que se cuide de todos com os recursos arrecadados...

Não importa se você tem cota ou não... se é discriminado ou não... se tem dinheiro "sobrando" ou não... Se é religioso ou não... TODOS são afetados por coisas que o Governo não age de forma decisiva e definitiva... Precisamos nos unir e lutar contra essas coisas e pedir que o Governo se posicione por conta de coisas que atingem todos: Educação, Saúde, Reforma nas leis, Reforma tributária, luta contra a Corrupção (em vez de dizer que um rouba mais que o outro, temos que nos unir para que eles não roubem e não para defender um que rouba "menos", porque o outro também rouba "mais")...

Não sou contra as lutas de grupos e entendo que muitas lutas (não todas - pelo menos no que se quer dessas lutas) são necessárias e importantes! Apenas acho que primeiro temos que conseguir melhorar o todo e que os grupos terão seu espaço consequentemente... e se não tiverem, aí que se lute por isso, mas depois que a luta que é de todos esteja encaminhada...

Não sou contra protestos moralistas, aliás acho que muitos (não todos - pelo menos na ênfase dada em alguns casos) são importantes! Mas é muito imoral ter tanta coisa errada no todo que atinge a sociedade e essa mesma sociedade se dividir sem antes lutar pelo todo...

Liberdade é uma via com mão dupla... quando você luta pela sua liberdade, não pode tirar a liberdade do outro... Limitar a liberdade do outro em benefício da sua liberdade é imposição do seu pensamento, a não ser que o outro seja criminoso... e no Brasil querem transformar crime ter opinião sobre alguns assuntos, por conta da luta dos grupos que parece importante (e mesmo que seja importante, há um todo na sociedade que deveria ser importante primeiro), pois a sociedade grita dividida... Mas já é tempo de unir todos em uma mesma sociedade e lutar junto por mudanças que afetem todos e, com base nisso, começar a fazer os ajustes dos grupos, sem que um perca em relação ao outro, mas que se iguale de fato...

Forte abraço!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Paixões ou Realidade?


Olá! Que Papai do Céu continue abençoando!

Gostaria de comentar o que penso sobre muito do que tenho lido e ouvido sobre o Estádio do Corinthians e sobre o recente patrocínio da Caixa Econômica Federal na camisa.

Primeiro, sobre o Estádio:

Muitos falam sobre o aporte de dinheiro público na construção. E muita gente repete isso como que num verdadeiro mantra, muitos sem nem pensar no assunto. Como os governos estão interessados na obra, e estão anunciando incentivos fiscais, muitos entendem que isso seria o investimento de dinheiro público na construção.

Uma coisa é tirar dinheiro arrecadado para investir na construção. Isso seria o uso de dinheiro público na obra. E se isso aconteceu ou acontecer, que seja denunciado com as devidas provas! Não quero que um centavo do meu imposto recolhido seja investido numa obra dessas! Nem mesmo para beneficiar o time para o qual eu torço...

Outra coisa é ceder um terreno que não tinha nada construído, sem desapropriar nada, sem gastar um centavo, aliás, deixar de gastar com a manutenção de um terreno que não estava sendo usado e não tinha interesse de ser utilizado pela Prefeitura ou quem quer que seja. Alguns podem dizer que o terreno deveria ser usado para construir uma escola ou um hospital e, sinceramente, eu concordo! Mas o poder público não tinha interesse de fazer isso naquela região, infelizmente, porque não parecia render algo politicamente falando, não haveria quem se interessaria em cuidar das pessoas naquela região do terreno, sem os devidos holofotes e toda a atenção que podem ter em outros lugares. Aquele terreno ia continuar sem uso e se a Prefeitura seguisse como dona, teria ainda que gastar com manutenção, limpeza, cuidado para evitar invasões e tudo mais. Ceder aquele terreno em vez de ser algo que trouxe prejuízo aos Cofres Públicos, na verdade trouxe lucro!

Outra coisa ainda é dar incentivos fiscais para que empresas se estabeleçam na região. Sem o Estádio, o incentivo fiscal poderia ser de 100% por 100 anos e ainda assim corria o risco de nenhuma empresa querer se estabelecer naquela região. Com o Estádio, se o incentivo for por 30 anos, ou um valor fixo para descontar ao longo dos anos, por ter algo que chama a atenção, o tal Estádio, alguns empresários se interessam em construir ali. Sem o Estádio, mesmo que o incentivo fosse maior, não iriam querer e nunca haveria arrecadação, mesmo que no futuro. Com o Estádio, vão construir e logo haverá arrecadação!

E acho que você entendeu o que escrevi, mas vale a pena citar especificamente: o incentivo não é para a construção do Estádio, mas para os empresários que se instalarem ao redor desse estádio, gerando impostos, empregos e mais visibilidade política, garantindo que outras coisas possam ir para aquele espaço por perto.

Isso quer dizer: não saiu um centavo de dinheiro público nesses incentivos! E sem outras construções e empresas, não ia entrar um centavo, mas o governo deu o tal incentivo para que pudesse, em pouco tempo, ter alguma arrecadação. Negociou um valor que nem ia entrar se não fosse essa construção para ter algum lucro com ela! Dando um exemplo: não ia ter uma padaria na esquina, não ia ter arrecadação de imposto, emprego, entre outras coisas. Agora, sem tirar um centavo do cofre, abre a possibilidade de entrar algum ainda e gerar emprego! Negociou-se algo que não ia ter por algo que agora vai ter nos cofres públicos!

Se fosse para ter a padaria na esquina de qualquer forma, aí o governo nem daria incentivo! Mas como não ia ter, faz uma negociação para chamar a atenção e melhor a infraestrutura do local, permitindo que haja arrecadação em breve!

Aí, com o estádio e a padaria, vai ter um estacionamento... vai ter interesse em ter uma escola, porque algumas pessoas devem morar mais perto do estádio. Agora haverá holofotes e algo para chamar a atenção de quem resolva trabalhar por lá, politicamente falando. Logo, terá um hospital. Casas pagando o IPTU que talvez demorassem a ser construídas, serão construídas logo! Mais imposto e não o contrário (tirar dinheiro). O estacionamento vai pagar imposto, gerar emprego... e por aí vai...

Se houver mesmo dinheiro público saído das contas do governo, que se apresente provas, denuncie e pare com a obra! Mas da forma como está, o governo está investindo algo que nem ia ter para ter logo um valor em caixa. Entre não ter nada de 100 possíveis e ter 70 de 100 possíveis, é melhor ter 70 de 100 possíveis. A conta não é 100 de 100 possíveis contra 70 de 100 possíveis. É 0 (ZERO) de 100 possíveis e 70 de 100 possíveis! Sem contar que, com o tempo, com mais ônibus, melhoria no metrô e trem, nos acessos por ruas e avenidas, com mais estacionamentos, padarias, escola, hospital, lojas, mercados e afins, o que era 100 possível pode mudar para 1000 ou muito mais! O governo investiu o que não ia receber para logo receber alguma coisa. Não tirou dinheiro da conta do banco e ainda abriu a chance real de aumentar a arrecadação...

Essa é a verdadeira conta... e se houver dinheiro público mesmo sendo investido na obra, na construção do estádio, que se denuncie com provas e pare com isso...

Sobre o patrocínio da Caixa Econômica Federal na camisa do Corinthians:

É claro que tem a piada de que temos que observar bem o caso do Excel ou do Panamericano que já patrocinaram o Corinthians e pedir reservas e garantias sobre o Fundo de Garantia... mas isso é apenas piada...

Falando sério:

Falam que um banco estatal, com dinheiro público, não poderia fazer esse tipo de investimento... Que deveria investir em obras, creches, hospitais...

Primeiro: O banco, como qualquer outro, vai fazer propaganda. E esse patrocínio na camisa é propaganda. Não seria, mesmo que não fosse para a camisa do Corinthians, para outras obras. Iria para as televisões, rádios, internet, revistas, jornais e qualquer outro veículo que fizesse propaganda! O valor para outras obras é separado desse valor do investimento. A questão não é se deveria investir nesse patrocínio ou em outras obras. A questão é onde deveria ser investido esse dinheiro em propaganda, porque esse seria mesmo o destino desse valor.

Segundo: O Corinthians vai fazer obras, como creche, por exemplo, como parte do acordo, pelo que sei. Então, mesmo que pudesse investir como quisesse, ainda assim o Corinthians vai investir em algo que não seria o que a Caixa investiria esse valor. Nem parte desse valor, que iria todo para propaganda. Com o investimento no Corinthians, uma parte desse valor vai para obras que se diz que a Caixa deveria fazer direto, mas não faria. Com esse investimento, então, se garante que uma parte desse valor seja usado como muitos dizem que deveria ser feito e não seria se ficasse só com a Caixa!

Terceiro: A Petrobrás patrocinou por muito tempo o Flamengo... e não havia toda essa reclamação... Ainda patrocina a Fórmula 1! E não há esse tipo de reclamação. A Caixa mesmo patrocina outros clubes de futebol... e não há essa reclamação... Depois o Corinthias solta a frase "contra tudo e contra todos" e há quem ache arrogante...

Muitos dos que falaram originalmente as bobagens que muitos compram e repetem, sabem de tudo o que escrevi aqui, mas querem é ver o circo pegar fogo com o povão que não pensa e apenas repete o que é falado, achando que é muito culto e que está se preocupando com o investimento certo... Pense e não aceite tudo o que dizem... não aceite tudo o que escrevo aqui! Pense por si também! E se houver qualquer discordância, apresente. Mas não apenas só dizendo que há dinheiro público ou que deveria ser investido em outra coisa ou que é suspeito... Diga de onde esse dinheiro público saiu e onde entrou, porque pelo que escrevi, não saiu, antes vai entrar! E onde a Caixa iria investir em propaganda, porque esse valor era para isso apenas... Faça como eu: apresente os argumentos do porquê você entende que tem dinheiro público na obra ou porque a Caixa não deveria investir no Corinthians para divulgar o Banco... não apenas que é assim... diga porque, onde e como é assim... Porque eu escrevi argumentando e não apenas dizendo que não é...

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Boa Segunda!


Olá!

Todos sabem que sou corinthiano  Se você não sabia... agora ficou sabendo e faz parte do grupo dos "todos" que sabem...

É claro que a rivalidade sadia precisa ser levada em conta. E Palmeirense amigo meu vai ter que aguentar!!!

E dentro da rivalidade sadia, as piadinhas são inevitáveis. E quem entende isso, leva na esportiva, pode até mesmo "bater palma" para a piada, mesmo não gostando. Claro que há exageros que devem ser evitados! Eu faço isso e meus amigos sabem os limites que "tiro sarro" e os limites para "tirar sarro" de mim, sem ser exagerado...

Quem me acompanha de perto sabe que não estou triste com a queda do Palmeiras. Mas eu sei bem a dor que é ter um time mal administrado politicamente, que mesmo que seja bem armado em campo, não responde adequadamente quer por pressões externas, quer porque as peças do elenco não foram bem pensadas para que jogassem adequadamente no conjunto.

Culpa da diretoria... Culpa do treinador, dos treinadores... Culpa da comissão técnica... e culpa dos jogadores que, mesmo que estivessem "mal armados" em campo, poderiam mudar a posição durante as partidas e mostrar que podiam fazer diferente. E no caso do futebol, onde nem sempre o melhor ganha, nem sempre o pior perde... Ainda se corre o risco de alguma coisa atrapalhar na caminhada. Acredito que não a ponto de um time cair para a segunda divisão em 36 rodadas de 38! Pode até não conseguir o título por erros ou por conta da "bola que não entra", pode perder vaga numa Libertadores, mas não cair para a segunda divisão...

A torcida não tem culpa, mas é ela que aguenta a piada. E por isso não acho tão legal isso... a torcida pode ter colaborado quando o clima ficou ruim e alguns dos torcedores ficaram mais exaltados, mas isso é apenas colaboração e de alguns... não é culpa de fato... E a maioria dos torcedores vai apoiar e acompanhar o time mesmo na segundona! Entendam: maioria dos torcedores, de fato... quem torce, torce independente da situação... chora, reclama, mas apoia...

Mas a piada fica para a torcida...

Que tem que aguentar coisas do tipo:

Dizem que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar... Já o Palmeiras...

O Batman aprendeu que quando caímos, é para aprender a nos levantar, mas o Palmeiras resolveu aprender a cair de novo...

Palmeiras na segunda divisão: vale a pena ver de novo...

E agora: os jogos do Palmeiras na segunda divisão vão passar no Viva? Lembrando que o Viva é um canal fechado de reprises da Globo (o que quer dizer que não deve passar nem lá, já que a segundona de 2002 não passou tantos jogos na Globo)...

CBF muda a tabela e 1ª rodada da Série B 2013 será semana que vem – Palmeiras x Atlético – GO...

O Palmeiras terminará o Brasileirão de uma forma digna. Digna de pena.

Sacanagem, vou ligar prum amigo Palmeirense pra dar uma força…pera, ligação CAIU

Terça é o dia da consciência negra. Hoje é o dia da decadência verde.

Ainda há esperança para que um dia o preço do pedágio nas estradas caia; pelo menos o Palmeiras caiu no quilômetro 322 da Dutra (local do ônibus do Palmeiras no encerramento de Portuguesa x Grêmio)

MALANDRO é o Palmeiras que conseguiu cair pra segunda divisão sem ter que passar vergonha na saída do campo.

Segunda divisão é algo pra se VERDE perto

Professora, acertando detalhes sobre a prova: Estudem o Palmeiras, porque vai cair...

E para encerrar, acho que é a melhor... Aspas para "São" Marcos em 2003:

"O Palmeiras só cai de novo se um dia o Corinthians for campeão da Libertadores"... Como diria o autor de um livro: Há poder em suas palavras... não precisava ser logo no mesmo ano para ficar bem claro isso...

Torcedores do Palmeiras: vocês, como eu, sabiam a dor que era ter o seu time rebaixado por culpa de problemas extra-campo e ainda assim, comemoraram muito mais que eu estou fazendo aqui a queda do Corinthians em 2007... Posso não me alegrar com a tristeza da torcida, por saber a dor, mas a rivalidade sadia nos impele a esse momento de aproveitar a chance... Espero que o Corinthians não dê a vocês a mesma oportunidade, mas se acontecer... comemorem e tirem sarro, mas lembrem que dói...

Vejo diferença entre a campanha do Palmeiras depois de 2002 e a do Corinthians depois de 2007... mas a "bola roda" em campo... então... vamos aprender que rimos e choramos, brincamos e aceitamos brincadeiras, mas nada de "levar para o pessoal" e fazer algo mais sério... porque não vale a pena... e a dor de uma torcida é causada não pelo "adversário" que brinca e ri, mas pelo próprio time e por sua administração...

Forte abraço!


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Futebol e Política: precisa misturar?


Olá, pessoal!

Que o Senhor continue abençoando a vida de vocês!

Eu tenho demorado a escrever porque ando estudando, cuidando de tantas coisas... nem leva tanto tempo cada coisa separada, mas ao juntar várias coisas... lá se foi o dia...

Mas não posso deixar de escrever neste momento político. Não escrevi nada no primeiro turno. Mas agora, comparando duas propostas, parece mais simples... Apesar do ex-presidente Lula dizer que o pessoal está mais interessado em saber se o Palmeiras vai cair ou não para a segunda divisão do que no caso do mensalão, política é um assunto que chama a minha atenção. Já chamou mais, mas ainda chama...

Não sei se onde você está terá segundo turno. Na Capital Paulista, onde voto, tem. Então, é sobre o segundo turno nessa cidade que quero escrever: São Paulo.

Os candidatos que estão na disputa são:

Fernando Haddad, do PT

e

José Serra, do PSDB

No Brasil, tenho a impressão que a politica tem sido tratada como Futebol: o meu "time" tem que ganhar, independente de quem esteja "jogando". No caso do Futebol isso é realmente possível, já que torcemos para o "escudo" e não para os jogadores. Queremos que os jogadores que estão no nosso time joguem bem, mas se eles "mudarem de time", continuamos torcendo por nossos "escudos" e deixamos de lado o jogador.

Mas, sinceramente, acho que política vai um pouco além disso. E quem me conhece sabe que já votei tanto no PT como no PSDB, bem como em outros partidos. Eu não tenho filiação partidária, não defendo o partido apenas, mas avalio, além do partido, a pessoa que está se apresentado e as suas propostas. Depois, claro, tenho que verificar o passado, o que pode ser comparado do que já foi feito (se há isso, pois em algum momento teremos candidatos novos, mas ainda assim dá pra avaliar a postura em outros ramos da sociedade) com o que está sendo proposto agora. Por fim, tenho que verificar a real possibilidade de aplicação das propostas, pois há coisas que não servem para entrar em prática, apenas ficam no plano das propostas para eleições e nunca serão realidade.

Nunca votei no Luis Inácio Lula da Silva, tão conhecido como Lula. Nunca votei no Fernando Henrique Cardoso. tão conhecido como FHC. Aliás, no caso desses candidatos especificamente, sempre fiz campanha contra os dois! E das eleições presidenciais que Lula concorreu, eu só não votei em 1989, por não ter idade para votar. Nas demais, votei em todas! Logo, não sou PT ou PSDB de "berço".

Assistindo ao debate com os candidatos para a Prefeitura de São Paulo na Band ontem (18/10/2012), eu vi muito mais os candidatos preocupados em montar os seus próximos programas eleitorais do que propriamente participar de um debate. Acho isso ruim, pois as respostas que ambos deram ficam prejudicadas, pois uma parte de cada fala foi usada para a devida resposta, mas fiquei com a impressão que a maior parte de cada resposta era muito mais a preparação dos próximos dias do horário eleitoral...

Vou citar algumas coisas que vejo essa tentativa e que, na minha opinião, os dois não avançaram e qualquer pessoa que note o que notei e que ainda não se decidiu, não terá encontrado nessas coisas a devida resposta para a decisão. Vamos lá:

- A proposta de Haddad de fazer um debate de melhor nível, inclusive nos próximos programas eleitorais: ele está na frente nas pesquisas. Logo, não precisa propor! Pode fazer, dar o exemplo e, caso as pesquisas apontem mudança no quadro caso o candidato Serra faça algum ataque considerado "desleal", aí ele se defende e apresenta o "contra-ataque". Em vez de propor, deve fazer e mostrar que é possível. Em vez disso, eu vejo muito mais o Serra rebatendo as críticas recebidas. Faz as suas também, mas rebate muito mais do que faz. Logo, apesar de muitos entenderem a "imprensa como golpista", ambos precisam parar de falar em "alto nível" e elevar de fato. E acredito que isso deve partir de quem está na frente nas pesquisas;

- Serra fala muito do José Dirceu. E Haddad reclama disso. Mas, por sua vez, Haddad fala de Kassab, que chegou a participar de reunião do PT ainda na fase de composição de alianças, sendo vaiado pelos participantes (acho que aconteceria o mesmo com Maluf, caso ele fosse numa reunião assim, mas o acordo do apoio foi selado "em casa" - lembro que Erundina deixou o posto de vice de Haddad por conta desse apoio de Maluf, condenado nesses dias a devolver dinheiro para a prefeitura...). Logo, "0 x 0". Cada um fala do apoio que o outro tem e um não deve reclamar que o outro fale, a não ser que quem reclamou pare de falar! Quer falar, mas quer que o outro pare? Sem sentido...

- Haddad fala que vai organizar as parcerias que envolvem, por exemplo, a saúde, com base na transparência que o Tribunal de Contas está pedindo. Isso quer dizer que se algo demorar, ele poderá dizer que não fez alguma coisa porque esperava a decisão do Tribunal ou porque a devida adequação não foi conseguida porque é "demorada". Serra também citou o Tribunal de Contas para "dar a desculpa" por algo que não foi realizado. Logo, mais uma vez, "0 x 0", pois um já tem a desculpa (porque já aconteceu) e o outro prepara a desculpa caso seja necessária, e envolvendo o mesmo órgão;

- Serra fala muito do que já fez, insistiu Haddad, e deixa de falar do que vai fazer. Sinceramente, eu vi os dois dizendo o que vão fazer, mas muito pouco, como citei no começo, pois ambos pareciam mais preocupados em preparar material para o Horário Eleitoral. Mas ambos responderam. Tenho a impressão neste ponto que Serra falou um pouco mais, mas foi realmente muito pouco. Mas ambos falaram! Agora, o Haddad também falou do que fez quando esteve responsável pelo Ministério da Educação. Logo, não é só o Serra, como tentou fazer parecer Haddad, que fala do que fez, que "olha para o passado". Ele também falou do que fez! Mais uma vez, "0 x 0" no debate nesse aspecto;

- Haddad reclamou que Serra usa como desculpa para não ter feito algo a falta de apoio do Governo Federal (que teria acontecido, mas não na medida esperada) ou ainda usa a desculpa do Tribunal de Contas já citada acima. Haddad disse que Serra sempre tem algo para usar como desculpa ou alguém para culpar por ele não ter feito algo. Mas Haddad insistiu que a Prefeitura de Sâo Paulo não foi capaz de desapropriar e ceder um terreno para a construção de uma Escola Técnica! Logo, ele também tem a desculpa e o culpado por não ter feito (a Prefeitura e o Prefeito). Outra vez, "0 x 0", pois ambos tem desculpas e culpados pelo que não fizeram;

- Sobre o fim da taxa da inspeção veicular: acho que se a inspeção continuar, ela terá um custo e alguém vai pagar a conta! O que teria que acabar não é a taxa, mas a própria inspeção, para não ter custo. Assim, para acabar com a taxa, sem acabar com a própria inspeção, é preciso dizer de onde virá o dinheiro para manter essa inspeção, dizer quem "vai pagar a conta". Só acabar com a taxa não acaba com o custo da inspeção existir. Assim, é preciso dizer de onde virá o dinheiro para que a inspeção continue, se ela continuar, e como ela será: como é hoje (todos os anos, para carros novos) ou para carros com mais de 4 anos e ano sim, ano não (como citado no debate por Haddad, que seria como acontece em outros lugares no mundo). Mantendo a inspeção, como é hoje ou com alguma alteração, é preciso dizer de onde vai tirar o dinheiro para pagar a conta, caso acabe com a taxa! Acho que nesse ponto Serra deu uma boa resposta (dizendo que apenas acabar com a taxa é levar a conta dessa inspeção para todos, com carro ou não), mas gostei muito da ideia apresentada por Haddad (de ser em carros com mais de 4 anos e ano sim, ano não), apesar dele não ter dito que pensa em fazer assim (disse que vai acabar com a taxa, mas não disse de onde será tirado dinheiro para pagar essa operação, já que não disse que acabará com a inspeção, apenas com a taxa), apenas citou como exemplo, mas seria interessante pensar nisso, com ou sem a cobrança, e se for sem, dizendo de onde virá o dinheiro para esse evento, porque de graça ele não será...

Logo no começo do segundo turno, antes do Horário Eleitoral começar, já tinha notícias do Haddad dizendo que poderia questionar o Mensalão Mineiro caso Serra falasse do Mensalão Nacional. Acho estranho, pois no Mineiro, Serra, paulista, não estava nem mesmo como secretário ou algo assim. No caso do Nacional, apesar do nome do Haddad não aparecer, ele ao menos fazia parte do governo que teria praticado. Mas Haddad questiona a união de sua imagem com a dos mensaleiros. Então, ele não pode unir a imagem do Serra com aqueles que teriam praticado tal ato em Minas Gerais! Até porque, no caso do Nacional, ele, mesmo não figurando diretamente, fez parte do governo e no Mineiro, Serra não fazia parte do governo. Assim, existindo ou não, tendo outro nome ou não, falar do Mensalão quando os dois não estão diretamente envolvidos pode ser pior para Haddad, pois o Serra nem secretário era, já Haddad foi ministro do governo acusado de particar tal ato. Mas o nome dos dois não figura diretamente, mesmo no caso do Haddad, que esteve "mais próximo" da situação. Logo, mais um "0 x 0", pois se um fala, o outro pode falar. Se um não quer que o outro fale, que dê o exemplo primeiro. Depois que ambos falaram, não adianta reclamar para parar de falar...

Realmente, estou preocupado com o rumo da eleição... No interior, sei de casos onde as campanhas estão mentindo mesmo para a população. Por exemplo, sobre o Pedágio Urbano. Sei que o Pedágio Urbano é um pedágio cobrado em cidades do mundo para entrar no centro da cidade, para entrar em alguma parte específica da cidade, sendo instalado numa rua ou avenida da cidade. Mas, por conta do projeto de Pedágio Ponto a Ponto que está sendo implantado em estradas do interior, alguns candidatos enganam a população dizendo que o Pedágio Ponto a Ponto é o Pedágio Urbano. Mas o Pedágio Ponto a Ponto é para quem passa na rodovia, ainda que seja em "trecho urbano", mas é na rodovia mesmo. Pedágio Urbano é para andar dentro da cidade. Para ser implantado, o Pedágio Urbano precisa dar alternativas para o povo, para circular sem o uso do carro e com a devida qualidade e quem resolver usar o carro, precisa ter estacionamentos e qualidade nesse uso. No Pedágio Urbano, quem andar de carro dentro da cidade, mesmo sem percorrer um único centímetro de rodovia, apenas rodando dentro da cidade, vai pagar. No Ponto a Ponto, é quem usa um trecho de uma Rodovia, mesmo sem entrar na cidade, ainda que passe pelo "trecho urbano", pois toda rodovia tem isso, mas não necessariamente entra pela cidade, a maioria apenas "corta" a cidade.

No primeiro turno, na Capital, teve a questão da cobrança de tarifa de ônibus por trecho percorrido. Sinceramente, é a ideia do Pedágio Ponto a Ponto, que a pessoa em vez de pagar um trecho inteiro tendo usado apenas uma parte, vai pagar apenas o que usou. Acontece que temos o Bilhete Único e temos a questão dos Empregos muitas vezes estarem longe de onde as pessoas moram. Entendo que a cobrança por trecho utilizado é mais justa, mas a proposta precisava vir acompanhada da devida explicação de como ficaria caso fosse utilizado além do valor do Bilhete Único (o valor da tarifa) e por quanto tempo esse valor ficaria valendo. Além, é claro, da solução para os empregadores não decidirem que iriam contratar apenas as pessoas que moram mais perto, para gastar menos com Vale Transporte. Mas, se essas respostas fossem dadas, e fossem boas, a proposta passaria! E acho mesmo que será interessante ver essa questão, pois a negociação poderá trazer mais benefícios no uso do Bilhete Único, se for feita de forma adequada. Pagar pelo utilizado é o mais justo a ser feito, pois quem anda com seu sapato, irá gastar mais sola se vier de mais longe e menos sola se vier de mais perto. O que não pode ser deixado sem resposta é o que fazer quando chegar ao valor da passagem, dependendo do número de utilizações (trocas de ônibus) e por quanto tempo a pessoa terá o beneficio de continuar usando sem nova cobrança (tem que ser maior que o atual, pois a pessoa já teria usado mais de uma condução ou um trecho grande quando chegasse ao valor da passagem), além da questão do empregador e o vale transporte, porque isso não pode trazer problemas para quem vem de mais longe.

Sinceramente, não quero ouvir falar sobre "cumprir mandato até o fim". Afinal, certa vez, votei para Vereador em São Paulo em José Eduardo Martins Cardozo, do PT. E o acompanhava por aqui. Mas, depois de dois anos, ele se candidatou para Deputado Federal. E venceu! Mas eu não o vi mais com a mesma evidência que via por aqui. Só voltei a acompanhá-lo agora que é Ministro da presidente Dilma e ainda assim, não vejo tanta coisa assim.

Se o Haddad vencer, ele pode ter assumido compromisso de não deixar o mandato no meio e, mesmo assim, deixar. Se a conjuntura política para a eleição estadual em dois anos pedir que ele seja o candidato, ele não poderá dizer que não! Sei que será uma decisão compliada, mas se for necessário fazer, será feito. O partido o chamará e ele terá que assumir, caso seja necessário! Logo, o fato do Serra não completar mandato não é motivo para eu não votar nele, pois já votei em candidato do PT que não completou e entendo perfeitamente que o próprio Haddad poderá não completar o mandato por força de conjuntura política.

Assim, a mim me resta saber o seguinte:

Candidato Serra - Como serão as parcerias para a Prefeitura de São Paulo contando com o apoio da Presidente Dilma, caso seja eleito? Porque no que diz respeito ao Estado de São Paulo, creio que pode continuar e ampliar, pelo menos nos dois primeiros anos. Mas tenho receio de como enfrentar a questão da divergência partidária (que mais parece uma partida de futebol, como escrevi lá no começo) para beneficiar a cidade de São Paulo, até mesmo tendo em conta as informações do debate de ontem (18/10/2012) na Band dos valores repassados da área Federal para São Paulo. Como o senhor pretende convencer a presidente Dilma a lhe dar o apoio necessário sem as rusgas partidárias? Entendo que ela o fará, mas penso que fará muito mais caso o candidato do partido dela seja eleito. Ela está acima dessas rusgas (precisa estar), mas não podemos negar que esse apoio deve mesmo ser maior se o candidato do partido dela vencer. Como, imagino, o apoio do Estado de São Paulo sempre vai existir, qualquer dos candidatos que vença. Mas se o senhor vencer, imagino que será maior e mais fácil ter esse apoio;

Candidato Haddad - Como ficará a questão da Educação caso seja eleito? Seu nome esteve envolvido com a questão dos problemas do ENEM, pois o senhor era o Ministro da Educação na época de tais situações. Assim, muito mais que saber sobre a mesma questão que pergunto acima para o candidato Serra (sobre o apoio Federal e Estadual ao seu possível governo - mas precisando, claro, saber a mesma coisa do senhor), minha crise se posta na questão de ter um filho que, a partir do ano que vem, estará na primeira série, com 6 anos (na minha opinião, decisão equivocada de levar mais cedo a criança para a escola, mas essa é outra questão), e quero saber o que esperar do seu governo no que diz respeito a Educação, para não termos problemas outros ou parecidos com o que houve no caso do ENEM, sendo que aconteceu mais de uma vez! Uma única vez já seria ruim, mas houve problemas em mais de um ano, em mais de uma aplicação do referido exame.

Tendo em mente o Debate de ontem (18/10/2012) na Band, por favor, se este texto chegar até os candidatos e vocês resolverem responder, não respondam apenas com base no que fizeram, mas, além do que já fizeram (é história e devem mesmo citar), citem o que está mesmo no plano de governo para vencer as questões apresentadas. Não o que vocês gostariam, mas o que realmente dá pra fazer e será feito, caso seja devidamente aprovado e encaminhado. Respondam aquilo que realmente está na vontade de vocês, aquilo que, ao menos, pretendem fazer e não aquilo que parece muito bonito, chama a atenção da população como ideia, mas nem tem condições de ser implantado rapidamente...

Sei que os partidários de um ou de outro poderão ficar apenas na conversa política como se fosse futebol e "o meu tem que ganhar". Mas eu, que não vejo política como se vê o futebol, quero decidir sem receio de encaminhar de forma errada a questão. Pelo menos, tentar...

E você? Teria mais algum questionamento para fazer aos candidatos? Sabemos que com a internet podemos chegar muito perto deles, sem nem termos noção que isso aconteceu! Procure as devidas informações e vote consciente! Não vote pensando em partido "x" ou "y". Pense mais que isso! Pense sua cidade e o futuro que se aproxima!

Forte abraço!
Caco Borba