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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Espero...

Olá!

Espero que quem quer "liberdade" para pensar e postar o que quiser entenda um dia que essa liberdade só real se até mesmo quem é contra a sua opinião tiver a mesma liberdade... Porque se apenas um dos lados quiser apresentar a sua opinião e o outro só tiver que se calar, não é "liberdade", mas imposição... Ou os dois lados "calam" por amor ao outro, ou os dois lados "falam" com o devido respeito...

Espero que as pessoas um dia entendam que o fato de eu não concordar com o que uma pessoa faz ou pensa não me faz contrário a essa pessoa. Se eu tiver que contratar alguém que tiver melhor currículo para determinada função, não irei olhar o que ela pensa ou faz da sua vida, mas a sua capacidade para desempenhar o determinado trabalho. A menos que o trabalho perca qualidade por conta de outras escolhas, basta ser capacitada para ter o emprego...

Espero que as pessoas entendam que quando queremos evitar que nossos filhos tenham contato com algo que não gostamos, é porque queremos que eles tenham mais informação sobre o assunto para que possam entender o todo e não apenas o detalhe, porque como nos diz a Bíblia, tudo é lícito, só que nem tudo convém. O que queremos é que nossos filhos sejam capazes de "guardar o que é bom", depois de ter as informações adequadas e no tempo certo para o devido entendimento e não para que o "entendimento" seja "imposto", mas assimilado e realmente entendido. Em certas "épocas da vida" há "entendimentos" que não são assimilados, mas impostos. É preciso respeitar o desenvolvimento pessoal para que se assimile realmente o entendimento...

Espero que as pessoas um dia entendam que criticar algum aspecto da minha fé ou da minha capacidade intelectual por ser eu uma pessoa de fé é algo muito errado e altamente discriminatório...

Espero que as pessoas entendam que uma pessoa religiosa pode ter suas convicções com base na sua fé e não abrir mão dessas convicções, ainda que respeitando a decisão de qualquer pessoa de ir na direção oposta a essa convicção de fé. Que como "seres sociáveis", que dividem o "espaço comum" da sociedade, iremos sempre lutar por conta do que pensamos e queremos, como os demais farão da mesma forma, mesmo que pensem e queiram algo totalmente diferente, não porque se tem o desejo de impor nada a ninguém, mas porque entendemos que aquilo é o certo e, como os que lutam em outra direção, apenas defendemos o nosso pensamento, como qualquer pessoa...

Espero que as pessoas entendam que o que digo ser "pecado" de acordo com a forma que vejo a fé não é uma tentativa de imposição para a sociedade do que eu penso, mas um anúncio da forma como vejo as coisas e, junto com o convite para ver o mundo como vejo, devo anunciar o que é pensado na forma como vejo o mundo. Se você não quiser, tal qual o jovem rico que se aproximou de Jesus e por ele foi amado, ao ouvir o que devia fazer para seguir a Jesus, se você não gostar, sem crise: pode se afastar, exatamente como aquele jovem rico. Agora, se for para seguir no pensamento que tenho, é preciso saber o que se pensa e seguir da forma como se pensa. Se não quer, que cada um siga em frente pelo caminho que escolher...

Espero que um dia se entenda que o que se diz ser "pecado" nem sempre é crime, ainda que algumas coisas sejam vistas como tal pelo código penal. Mas há outras coisas que não são vistas como crime e ainda assim se vê como "pecado". Não precisa ser crime para ser "pecado"...

Espero que, até mesmo dentro da fé, se entenda que "pecado" não serve para ficarmos "acusando" a pessoa, mas a definição disso deve servir de alerta para que as pessoas deixem algum caminho que torna mais distante a salvação de acordo com a fé que temos. E se a pessoa não quiser seguir pelo mesmo caminho, ela não precisa se sentir "ofendida" pela fé. O convívio social não se dá pela concordância ou "aceitação" (no sentido de achar certo ou errado o que se faz), mas pelo respeito. E o respeito não se apresenta em aceitar tudo. Mesmo que não aceite a ou não concorde com a posição ou opinião, devo respeitar tanto a opinião que não concordo e combato, e muito mais a pessoa, com quem posso "comer pizza" mesmo que não concordemos, desde que ela não queria sua liberdade com base no meu silêncio ou no "abafamento" da minha opinião. Queira liberdade para defender o que pensa e aceite o contraditório, dentro do respeito, sem "baixar o nível" da conversa. Respeito deve ser mútuo... e não apenas por parte dos "da fé"...

Espero que um dia se entenda que todos são livres para fazerem o que quiserem e pensarem o que quiserem. E todos são livres para concordar ou não com as atitudes ou pensamento das outras pessoas. E que discordar de uma ideia não é tentativa de impor ou de tirar a liberdade de ninguém, mas tornar a liberdade uma realidade. Se apenas o que pensa igual a mim for respeitado em sua opinão ou atitude, estou querendo impor aos outros o que penso ou faço. Posso não concordar, debater a ideia e isso sim traz a verdadeira liberdade, não a tentativa de "calar" o contraditório. Com base no amor podemos pedir que o assunto não seja tratado, para evitar maiores problemas, caso haja discordância. Mas se uma das partes quiser continuar com o assunto, deve aceitar o contraditório e respeitar, para ter a sua liberdade de falar ou fazer o que pensa legitimada em dar a liberdade ao que pensa ou age diferente, mesmo não concordando...

Espero que se entenda que não é preciso concordar ou "aceitar" algo para respeitar. Respeito muita coisa com a qual não concordo e se for para conversar, deixo claro que não concordo. Mas isso não muda o meu respeito por quem pensa diferente, quando tenho esse respeito. A não ser que se tente mudar o que penso por "imposição de lei", porque aí eu não fui respeitado primeiro e vou lutar contra... Há coisas que, mesmo que sejam "aprovadas", as pessoas não serão obrigadas a realizar (a não ser que a definição de uma lei apronte alguma), mas que eu defendo o que eu penso. Não posso "aceitar" socialmente só porque eu não terei que fazer se eu não quiser. Vou defender o que penso e cada um faz o mesmo. Mas há outras decisões que podem impor a necessidade de mudança de um pensamento que é livre por definição, que para que se mude, é preciso mudar antes a Constituição, e em situações assim, é preciso cuidado para não "misturar" com as que, mesmo que aprovadas, não são "obrigatórias"...

Espero, enfim, pelo dia da Volta do Senhor Jesus, pois é dessa forma que vejo que a sociedade será realmente diferente e melhorada. E quem espera de outra forma, que pense bem na liberdade que quer ter, pois para ter essa liberdade não deve tirar a liberdade de outra pessoa que pense de forma contrária, a não ser naquilo que a lei defina mesmo como errado e, claro, que se tome cuidado com o que se entende que é "crime" para não "criminalizar" o que não é crime de fato. Pois se um dia a convicção religiosa for criminalizada, qualquer convicção um dia poderá ser! Que seja crime não a ideia de que algo é certo ou errado religiosamente falando, mas a ação de um religioso em hostilizar a pessoa - e que se veja diferença entre não concordar com o que faz ou pensa e a real hostilidade, em vez de fazer tudo contra o pensamento e a forma de agir ser hostilidade. Não concordar com o que o outro pensa ou faz não é crime! E espero que não seja nunca...

Forte abraço!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Liberdade e Respeito PARA TODOS!


Olá!

Pensando... pra variar...

Como será que seria assistir os quadros sempre muito engraçados e inteligentes do Jô Soares na época de "Viva o Gordo" (Globo) ou "Veja o Gordo" (SBT)? Pois é... Jô Soares já teve um programa de humor, que ia ao ar nas segundas-feiras...

Como será que seria assistir os quadros sempre bem humorados do Chico Anysio, com personagens do dia a dia, com atitudes comuns das pessoas, fazendo sátira de comportamentos e afins? A Escolinha do Professor Raimundo já tinha que ficar explicando o que realmente era cada uma das coisas que se fazia piada, no final, e já ficava chato, mas alguns achavam importante...

Ou ainda os Trapalhões? Ou simplesmente os comentários do Faustão de antigamente ou ainda do Chacrinha???

Infelizmente, eu tenho para mim que esses programas e comentários não teriam vida longa em nossos dias, por conta das piadas que faziam, de comportamentos, atitudes, pessoas e afins... Seria tido como algum tipo de "fobia" ou preconceito... O Faustão, pelo que acompanhei, mudou muito nos comentários...

Um dos personagens do Jô Soares foi motivo de "bullying" para mim... Olha só... Eu sofri "bullying"... Mas naquele tempo, uma simples visita na diretoria já resolvia o assunto e ele acabou (a diretora podia dar uma "bronca" naqueles dias)... Era o Capitão Gay... Imagino como seria em nossos dias esse personagem...

Acho que o único que ninguém ia reclamar era o personagem do Chico que era político... Os outros personagens, desde mulheres, caipiras, pessoas com ligação a algum tipo de fé e de religião, questão da homossexualidade, enfim, tantos outros personagens e piadas que muitos riram durante anos, em nossos dias seria tudo algum tipo de preconceito ou "fobia"...

Quer saber? O mundo está ficando menos capaz de entender uma simples piada e mais bruto no trato com as pessoas...

Como pessoa de fé, entendo o que está acontecendo... Mas quem não é pessoa de fé pode tentar dizer qual a razão dessa incapacidade de ouvir ou ler o outro?

Querer Respeito e Liberdade sem dar ao outro o Respeito e a Liberdade que ele também merece é caminhar para uma ditadura, infelizmente... Dar mais direitos a uns, tirando de outros, é caminhar para a ditadura... Quem deve perder os direitos? Aquele que comete um crime... Será que estamos ampliando a ideia do que é crime em nossa sociedade? Ter opinião passou a ser crime, dependendo do assunto?

Não posso respeitar e dar liberdade a quem quer tirar a minha liberdade e não me respeita. Para convivermos, é preciso que todos, mesmo não concordando, tenham direitos e deveres, liberdade e respeito. Quando um quer ter liberdade e respeito, mas tira isso do outro, é porque não dá liberdade e respeito. Infelizmente, a COERÊNCIA anda em falta na hora de defender opiniões em nossos dias...

Se um artista pode falar o que quiser num show, um crente deve poder falar o que quiser na Igreja. Ou os dois podem, ou ninguém pode - COERÊNCIA... Querer respeito ao que o artista fala no show, mas criticar o que o crente fala na Igreja, é querer liberdade e respeito sem dar liberdade e respeito...

Ou todos podem fazer manifestações e passeatas na Av. Paulista ou onde quiserem, ou ninguém pode. Quando a lei proibe um grupo de fazer isso em determinado local, é falta de respeito a essa liberdade que o grupo tem...

Criticar um por fazer algo (sendo que esse faz algo contrário ao seu ponto de vista), mas achar que o outro pode, só porque defende o seu ponto de vista, é falta de COERÊNCIA...

O dia que isso for entendido, as brigas entre os grupos acabam e todos conseguem se respeitar. Mas enquanto um grupo quer puxar a sardinha para a sua própria brasa, tomando do outro grupo, esse outro grupo vai lutar para ter a sua sardinha... E sempre haverá uma forma de briga... Para que haja respeito e liberdade, cada um deve ter a sua sardinha... eu defendo isso... mas se eu tiver que puxar a sardinha porque estão tentando tomar de mim, eu tenho lado definido... Gostaria que todos quisessem dividir a sardinha... Mas se quiserem tomar a minha, vou lutar para não ficar com fome, pode ter certeza...

E o salário ó...


Forte abraço!


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Boa Segunda!


Olá!

Todos sabem que sou corinthiano  Se você não sabia... agora ficou sabendo e faz parte do grupo dos "todos" que sabem...

É claro que a rivalidade sadia precisa ser levada em conta. E Palmeirense amigo meu vai ter que aguentar!!!

E dentro da rivalidade sadia, as piadinhas são inevitáveis. E quem entende isso, leva na esportiva, pode até mesmo "bater palma" para a piada, mesmo não gostando. Claro que há exageros que devem ser evitados! Eu faço isso e meus amigos sabem os limites que "tiro sarro" e os limites para "tirar sarro" de mim, sem ser exagerado...

Quem me acompanha de perto sabe que não estou triste com a queda do Palmeiras. Mas eu sei bem a dor que é ter um time mal administrado politicamente, que mesmo que seja bem armado em campo, não responde adequadamente quer por pressões externas, quer porque as peças do elenco não foram bem pensadas para que jogassem adequadamente no conjunto.

Culpa da diretoria... Culpa do treinador, dos treinadores... Culpa da comissão técnica... e culpa dos jogadores que, mesmo que estivessem "mal armados" em campo, poderiam mudar a posição durante as partidas e mostrar que podiam fazer diferente. E no caso do futebol, onde nem sempre o melhor ganha, nem sempre o pior perde... Ainda se corre o risco de alguma coisa atrapalhar na caminhada. Acredito que não a ponto de um time cair para a segunda divisão em 36 rodadas de 38! Pode até não conseguir o título por erros ou por conta da "bola que não entra", pode perder vaga numa Libertadores, mas não cair para a segunda divisão...

A torcida não tem culpa, mas é ela que aguenta a piada. E por isso não acho tão legal isso... a torcida pode ter colaborado quando o clima ficou ruim e alguns dos torcedores ficaram mais exaltados, mas isso é apenas colaboração e de alguns... não é culpa de fato... E a maioria dos torcedores vai apoiar e acompanhar o time mesmo na segundona! Entendam: maioria dos torcedores, de fato... quem torce, torce independente da situação... chora, reclama, mas apoia...

Mas a piada fica para a torcida...

Que tem que aguentar coisas do tipo:

Dizem que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar... Já o Palmeiras...

O Batman aprendeu que quando caímos, é para aprender a nos levantar, mas o Palmeiras resolveu aprender a cair de novo...

Palmeiras na segunda divisão: vale a pena ver de novo...

E agora: os jogos do Palmeiras na segunda divisão vão passar no Viva? Lembrando que o Viva é um canal fechado de reprises da Globo (o que quer dizer que não deve passar nem lá, já que a segundona de 2002 não passou tantos jogos na Globo)...

CBF muda a tabela e 1ª rodada da Série B 2013 será semana que vem – Palmeiras x Atlético – GO...

O Palmeiras terminará o Brasileirão de uma forma digna. Digna de pena.

Sacanagem, vou ligar prum amigo Palmeirense pra dar uma força…pera, ligação CAIU

Terça é o dia da consciência negra. Hoje é o dia da decadência verde.

Ainda há esperança para que um dia o preço do pedágio nas estradas caia; pelo menos o Palmeiras caiu no quilômetro 322 da Dutra (local do ônibus do Palmeiras no encerramento de Portuguesa x Grêmio)

MALANDRO é o Palmeiras que conseguiu cair pra segunda divisão sem ter que passar vergonha na saída do campo.

Segunda divisão é algo pra se VERDE perto

Professora, acertando detalhes sobre a prova: Estudem o Palmeiras, porque vai cair...

E para encerrar, acho que é a melhor... Aspas para "São" Marcos em 2003:

"O Palmeiras só cai de novo se um dia o Corinthians for campeão da Libertadores"... Como diria o autor de um livro: Há poder em suas palavras... não precisava ser logo no mesmo ano para ficar bem claro isso...

Torcedores do Palmeiras: vocês, como eu, sabiam a dor que era ter o seu time rebaixado por culpa de problemas extra-campo e ainda assim, comemoraram muito mais que eu estou fazendo aqui a queda do Corinthians em 2007... Posso não me alegrar com a tristeza da torcida, por saber a dor, mas a rivalidade sadia nos impele a esse momento de aproveitar a chance... Espero que o Corinthians não dê a vocês a mesma oportunidade, mas se acontecer... comemorem e tirem sarro, mas lembrem que dói...

Vejo diferença entre a campanha do Palmeiras depois de 2002 e a do Corinthians depois de 2007... mas a "bola roda" em campo... então... vamos aprender que rimos e choramos, brincamos e aceitamos brincadeiras, mas nada de "levar para o pessoal" e fazer algo mais sério... porque não vale a pena... e a dor de uma torcida é causada não pelo "adversário" que brinca e ri, mas pelo próprio time e por sua administração...

Forte abraço!


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Precisamos aprender a notar as diferenças!


"uma coisa é aprender com o passado; outra, é ficar lá preso" - José Alberto Braga

Há pessoas que falham com a gente para ir em busca de algum benefício próprio, pelo menos uma vontade momentânea, um prazer pessoal. Falham para ter algo diferente e que acham que será melhor para elas do que não falhar com a gente, mesmo que por um momento, acham que será melhor para elas...

E há pessoas que, quando falham com a gente, sentem-se mal por isso, não encontram prazer em momento algum por ter falhado, não fazem para ir em busca de outra coisa, mas porque uma situação se apresentou fora de seu próprio controle. Em vez de ir na busca de um prazer diferente, perdem o prazer de nos ajudar, de nos alegrar e sentem-se mal por ter falhado...

Dá pra notar a diferença?

Muitos não notam, apenas ficam com a falha em si. Até que um dia, mesmo sem querer e muitas vezes até sem notar, ou notando, mas sem a menor vontade de falhar, falham com quem amam e notam como é diferente falhar por vontade própria e falhar sem querer falhar...

O primeiro falha para ter outro tipo de prazer...

O segundo perde o prazer de nos ajudar e não encontra nenhuma alegria extra por conta dessa falha...

O primeiro olha para a própria alegria pessoal, ainda que momentânea...

O segundo, perde a alegria por não poder ajudar, por falhar de alguma forma...

Essa é a diferença que precisamos saber notar entre as falhas e as pessoas que falham com a gente...

Normalmente, porque o primeiro faz em busca da própria vontade, acaba fazendo antes. É uma decisão pessoal e normalmente acontece antes do segundo tipo aqui comentado, porque o primeiro decide ir na direção de algo e o segundo, só fará quando não conseguir agir diferente e enquanto conseguir, fará diferente. Assim, normalmente o segundo demora mais a falhar e normalmente o primeiro falha muito antes. E deixa marcas...

E quando o segundo falha, parece que fez pelo mesmo motivo do primeiro, mas o primeiro não se sente mal em falhar, pelo menos na hora da falha, quando muito, depois de ter feito, e se houver consequência pesada, e ainda assim, se acontecer de se sentir mal em algum momento... Mas o segundo se sente mal no exato momento que falha, porque não queria falhar...

O primeiro decide falhar... o segundo não queria falhar...

Precisamos saber a diferença, para não maltratar quem já se maltrata sozinho por ter falhado contra a própria vontade e acabar "passando a mão na cabeça" de quem decidiu, por vontade própria, falhar...

Quem me conhece, sabe que que esse não é meu estilo musical, muito menos meu tipo favorito de letra. Mas ao escrever este texto, por ter vivido os dias dessa música, lembrei e coloco abaixo um vídeo que está no Youtube com a música:


Forte abraço!
Caco Borba

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Você confia em sua desconfiança?

Olá!

Faz um tempinho que não passo por aqui...

Ainda estou evitando digitar muito, por conta da mão esquerda. Quem me segue no Twitter (@caco_borba) tem acompanhado o problema que tenho enfrentado desde janeiro/2011.

Melhorou muito, mas ainda dedico o tempo de digitação para algumas mensagens que são muito necessárias, alguns contatos que precisam de atenção... E no mais, evito digitar...

Bom... Mas hoje estou por aqui!

E já que comecei... Vamos filosofar um pouco!

Andei pensando em confiança e desconfiança...

Apesar de podermos definir "desconfiança" como "falta de confiança", acho que a língua portuguesa, tão rica, pode me permitir um pequeno comentário para diferenciar os dois:

Falta de confiança ou Não ter confiança - Seria o estado em que não confiamos em algo ou alguém. Simplesmente não temos confiança. De forma indiferente.

Desconfiança - Seria ir "um tom acima" (pensando em música): Além de não confiar, ainda temos a impressão que algo ou alguém pode ir em outra direção, fazer alguma coisa diferente.

Não sei se consegui explicar. Basicamente, o primeiro é simplesmente ser "indiferente" e o segundo é "ter caraminholas" na cabeça...

Pensando nisso, filosofei...

Não ter confiança em alguém que não valorizou sua confiança, é prudente!

Desconfiar de alguém que já traiu sua confiança, é justo!

Não ter confiança em outra pessoa porque OUTRA PESSOA traiu sua confiança, é aceitável!

Desconfiar de alguém porque outra pessoa não valorizou a sua confiança, é injusto!

Afinal... quem fez deve ser o alvo de sua falta de confiança ou desconfiança... Quem não fez, pode até ter que conquistar sua confiança, que você poderá não dar logo "de cara"... Mas desconfiar de quem não traiu sua confiança por causa de outra pessoa que o fez, é ser injusto com você e com a pessoa. Com você, por perder a chance de encontrar alguém em quem possa confiar, ainda que leve tempo, que a pessoa tenha que conquistar, mas se permita isso! E com a pessoa que é "alvo", porque ela não fez nada e poderá apenas querer ajudar...

Olha só... voltei filosofando demais...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A pergunta certa muda tudo!

Olá pessoal!

Há uma coisa que aprendi em minha vida: saber fazer as perguntas certas é muito importante! Não temos como saber tudo, ainda que tenhamos muita sabedoria, ainda que vivamos muitos anos e consigamos aprender tudo o que a vida possa nos ensinar. Sempre teremos que perguntar algo e para estabelecer a comunicação e ter a resposta à nossa dúvida, temos que saber fazer a pergunta certa! Se perguntarmos algo, mas não exatamente o que precisamos/queremos saber, não teremos essa resposta exata também. E podemos nos chatear, até pensando que fizemos a pergunta certa e não tivemos resposta. Pode até acontecer, mas acredito que muitas vezes não temos as respostas certas porque achamos que perguntamos a coisa certa, mas não perguntamos!

Por exemplo - qual é a sua pergunta entre as apresentadas abaixo:

a) Por que uma flor tão linda, macia, perfumada como a Rosa tem um tantos espinhos na haste que a sustenta?

OU

b) Como uma haste tão cheia de espinhos, que machucam, pode ter na sua ponta uma Rosa, tão bonita, macia e perfumada?

Note que nas duas perguntas, tanto espinhos como a rosa estão lá! Mas, dependendo da pergunta que você escolher, você estará definindo o que realmente é importante para você, ainda que intimamente você tenha outro como importante, mas ao fazer a pergunta, seu pensamento será apresentado e mostrará quem realmente está chamando sua atenção: ou os espinhos ou a rosa!

Você pode até querer dar mais atenção para a rosa, mas se a sua pergunta for a primeira, eu lamento, você está expressando que os espinhos chamam mais sua atenção! Se intimamente o que mais chama a sua atenção é a rosa, a sua pergunta foi errada!

Lembre-se: quem ouve, irá responder em cima do que você perguntou e não em cima do que você pensou...

Ao fazer a segunda pergunta, os espinhos e a rosa continuam lá, mas aí vocês estará, apesar se notar que os espinhos estão lá, observando a rosa e dando mais atenção para ela!

Pode parecer bobagem, mas não é! Leve isso para a sua vida! Proponho uma meditação com base no texto Bíblico da Carta de Paulo aos Filipenses, capítulo 4, versículos de 4 a 8:

4 Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.
5 Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.
6 Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes, em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica, com ações de graças;
7 e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.
8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

Independente de momentos difíceis, somos convidados/as a viver em alegria, em regozijo. E o próprio Senhor gera em nós essa alegria, se deixarmos Ele agir! Ele está perto, tanto no sentido de que podemos achá-Lo, como no sentido de que logo voltará. Nele está a nossa alegria. Paulo, quando escreve isso, possivelmente está preso! Logo, alegre no Senhor, mesmo diante da adversidade!

Não devemos guardar em nós as nossas inquietações, os nossos problemas. Passaremos por aflições! Não há erro em notar essas inquietações e até se sentir chateado/a com elas. Mas devemos apresentar as mesmas diante do Senhor e deixar Ele cuidar de cada uma, crendo no Seu cuidado. Por mais difícil e chato que seja o momento que passamos, não há o que o Senhor não possa resolver!

Ao notarmos o problema, normalmente vamos nos chatear. E não há erro nisso. O erro é ficar remoendo essa chateação! Ao nos depararmos com isso, não devemos nos manter inquietos, mas sim apresentar nossa inquietação ao Senhor. Assim, poderemos realmente experimentar a Paz que está acima de qualquer entendimento humano. Ainda que pareça que não há como nos mantermos em paz diante do problema, ainda que qualquer ser humano sentisse dificuldade de seguir em paz, nós teremos essa paz. Dessa forma, será mais fácil seguir o que diz o texto no versículo 8.

Que possamos nos alegrar no Senhor! Que, ao identificarmos um problema, uma chateação, nos lembremos que Ele está perto e espera que apresentemos os nossos problemas, em vez de ficar remoendo os mesmos, para que Ele dê a solução, nos dando a Sua paz, alegria, para que possamos ter em nosso pensamento "tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama", aquilo que possa apresentar "alguma virtude" e "algum louvor", isso sim deve ficar em nosso pensamento. As preocupações devem ser deixadas diante do Senhor!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Cuidando de Violetas...

Olá!

Pois é... Gosto de flores também!

De vez em quando, atualizo um site com informações sobre flores - o Canto das Flores.

Como gosto muito de Violetas, coloco neste espaço as informações que coloquei no referido site sobre elas:



Nome Científico: Saintpaulia Ionantha "Kimera"
Nomes que é conhecida: Violeta-africana, Violeta
Família: Gesneriáceas
Origem: África Tropical, África do Norte, Montanhas do Nordeste da Tânzania, Tânger
Tamanho médio: 20 cm
Flores: quase o ano inteiro
Propagação: por estaquia de folhas e divisão de touceiras.

Nós podemos encontrar 18 espécies com cerca de 6.000 variedades.

O ideal é manter a violeta em vasos de barro. É possível, claro, ter bons resultados com vasos de plástico ou xaxins, mas os vasos de barro absorvem o excesso de umidade, algo que pode até mesmo apodrecer a planta.

Não é necessário molhar exageradamente. Mas é importante regar a planta direto na terra ou no pratinho pelo menos 2 vezes por semana no verão e 1 vez por semana no inverno. E se optar por molhar no pratinho, é bom lembrar de molhar a terra ao menos uma vez por mês. Evite molhar as flores e as folhas.

Apesar de precisar de muita luminosidade, a violeta não pode receber luz do sol de forma direta. Uma iluminação indireta, pelo menos "filtrada" pelo vidro de uma janela, ou um local onde não tenha sol, mas boa iluminação. Se você deixar em um local fixo, vire o vaso com regularidade, pelo menos uma vez por semana, para que a planta possa ter a luminosidade em toda ela. Afinal, um lado sempre terá mais luminosidade que o outro e virando com frequência, toda a planta poderá experimentar a luminosidade do local.

A temperatura ideal gira entre 18° e 25° C.



E não se esqueça de adubar a terra uma vez por mês. Pode ser com aqueles fertilizantes que encontramos até mesmo em grandes mercados. Mas, sempre que possível, é importante alternar aqueles fertilizantes com humus ou farinha de osso.

Muito carinho, atenção e dedicação pode permitir a beleza de uma linda violeta, que para muitos é "chata" de cuidar, mas que apenas "quer atenção".

Observações pessoais de Ricardo Borba Weingart, que cuida de violetas desde 2001. Inclusive, já fez algumas mudas. Além das suas observações pessoais, ele recomenda:

Bibliografia

- 1001 Plantas & Flores - Edição Especial - Revista dos Amantes da Natureza
Canto das Flores

As fotos - são de violetas minhas mesmo...

Como escrevo por aqui: CacoBorba's Place: de tudo... quase tudo!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Somos mesmo fruto de nossas escolhas?

Olá!

Há uma coisa que gosto de fazer: pensar...

Com isso, não consigo aceitar algumas "frases" que parecem dar respostas definitivas mas que, se pensarmos só um pouco, elas apresentam uma certa verdade, mas não são definitivas...

De vez em quando, vou escrever sobre essas frases por aqui. Quero insistir: não acho que elas são mentirosas, a não ser que eu comente isso! Acho que elas apresentam alguma informação importante, mas não são tão definitivas como as pessoas pensam!

Lá vai a primeira:

"Somos FRUTO de NOSSAS escolhas"

Será que é tão definitivo assim? Entendo que não.

É claro que podemos enfrentar algumas consequências diante de nossas escolhas. Mas precisamos manter as mesmas porque um dia fizemos a escolha? Ser furto definitivamente de algo que não é totalmente bom é escolha! Levar a consequência depois de escolher, tudo bem, mas eu posso mudar!

E tem mais:

Acho que a melhor escolha que fiz na minha vida foi a Maternidade onde eu nasci... Ah... não fui eu quem escolheu...

Bom... Mas o meu nome, que muitos acham que pode trazer consigo uma carga cósmica, foi muito bem escolhido! Ah... não escolhi... E nem acredito tanto nisso...

O dia e a hora do meu nascimento foi escolhido com muito cuidado, porque há quem acredite que a disposição estrelar daquele momento pode mexer com muita coisa na minha vida! Ah... não escolhi... E não acredito tanto nisso também...

Mas a primeira casa que eu morei... não fui eu quem escolheu...

Agora, algo tão importante como a educação, começar a fazer amigos, conhecer pessoas, iniciar a vida social, influenciar e ser influenciado... é... não fui eu quem escolheu a primeira escola também...

Porque um dia escolhi uma casa tenho que ficar nela para sempre? Porque escolhi namorar ou casar com alguém, tem que continuar para sempre só porque um dia escolhi? Amor, respeito, companheirismo não precisa? Se eu escolho um carro, tenho que ficar com ele para sempre? Amplie essa lista como quiser... E verá que não é bem assim...

Fiz Teologia. Escolhi isso na opinião de alguns, posso ter apenas atendido ao chamado Divino, mas nesse caso eu poderia ter dito "não" a esse chamado. Minha escolha! E você fez o que, se já foi para a faculdade ou fez algum curso profissionalizante? Tem um negócio que só dá prejuízo? Mesmo sendo sua escolha, você é obrigado a seguir na profissão de sua escolha estudantil ou em um negócio que só dá prejuízo? Desistir na primeira dificuldade é uma coisa, mas insistir depois de muito tempo dando errado...

Eu continuo pastor, sem recebimentos de qualquer comunidade, desenvolvo outras atividades para ter meus ganhos. Mas se um dia eu acordasse completamente rebelde com a questão do chamado de Deus para minha vida, eu não poderia deixar isso?

Posso escolher. E não tenho que ser fruto dessa escolha, pois posso mudar. Levar a consequência de uma escolha é uma coisa. Mas eu não sou fruto disso. Posso mudar!

Pense em todos os assuntos que quiser: casamento, profissão, onde mora, estuda, trabalha, amizades, atitudes... você não tem que ser fruto de escolhas. Você pode mudar o que está errado ou, pelo menos ruim. Muitas vezes mudamos o que está bom! Não preciso seguir como fruto dessa escolha. Posso levar a consequência, mas nunca continuar um caminho só porque um dia escolhi seguir por ele!

Talvez eu seja fruto de minhas escolhas. Eu escolhi que posso mudar! Aí, tudo bem...

Essa não é uma frase que é definitiva para mim. Tem seu lugar, afinal escolho e vivo em cima disso. Mas não sou apenas fruto das minhas escolhas. Essa frase é empregada normalmente quando não se tem coragem para mudar, o que é péssimo, na minha opinião. Afinal, não preciso seguir num caminho errado ou até certo, mas ruim, só porque escolhi. Posso mudar! Mas, ao empregar essa frase num momento que quero me convencer que não é possível mudar algo, perco a chance da mudança... E mais: posso afetar diretamente a vida de outra pessoa com isso...

Então, escolha mudar! Mesmo que haja consequências de sua escolha, mesmo que todos os dias você tenha que enfrentar essa consequência, não continue como fruto de sua escolha. Mude o que precisa ser mudado. Ou: escolha mudar! Não se lamente por suas escolhas erradas. Seria melhor não ter feito, mas quem nunca escolheu algo errado? Aprenda com isso e mude! Não desista no primeiro sinal de dificuldade, porque essas se apresentam para todos. Mas não insista em algo apenas porque um dia você escolheu. Se precisar, mude! Não fique pensando em como seria se tivesse feito diferente; faça diferente! O tempo passa e depois, mesmo que você tenha mantido algo porque pensava em outra pessoa, achava que era o melhor para ela, pode ser que até mesmo essa pessoa pense que não foi o melhor.

Ser simplesmente fruto das escolhas e continuar porque escolheu é assumir o risco de não ser feliz (apenas se enganar que é ou fazer algumas coisas para compensar, mas nunca será completo), que não pode mudar e correr o risco de ser uma pessoa que apenas reclama... Vale a pena?

É... de tudo... quase tudo mesmo!